American Akita


O Akita Americano, que já foi conhecido como Grande Cão Japonês, tem sua história completamente ligada ao ´Akita original´, ou seja, pode-se dizer que se tratavam de cães da mesma ´raça´ e que, a partir de dado momento, se dividiram em duas.

O Akita, em seus primórdios, era usado como cão de briga, esporte muito popular no Japão desde a idade média. No século XIX, as rinhas ainda eram muito freqüentes no país e os cães eram chamados de "Odate", por causa do nome da cidade onde se encontravam. Por volta de 1897, os cães da província de "Tosa", uma das áreas mais famosas pela briga de cães, foram levados à província de Akita. Inicialmente, os Akitas Inu eram mais fortes do que os Tosas mas, gradualmente, foram sendo superando devido ao cruzamento dos Tosas com cães europeu. Em 1908, as rinhas foram proibidas e preocupados em manter a pureza da raça, os japoneses elevaram a raça akita a Monumento Nacional em 1931.

O primeiro Akita a ir para os Estados Unidos foi levado em 1937, por uma senhora chamada Helen Keller que conheceu o cão em visita à província de Akita. No entanto, a conquista da América pelos Akitas começou mesmo após a II Guerra Mundial, quando muitos cães, na sua grande maioria mestiços com Pastor Alemão, foram levados para os Estados Unidos que começou a promover a raça como cão de guarda. Alguns anos depois, foi a vez do Japão iniciar um trabalho para recuperar o aspecto oriental (e original) da raça que havia sido perdido.

O Akita Club of America foi fundado em 1956 e o AKC reconheceu oficialmente a raça em 1972, quando não mantinha com o Japan Kennel Club acordos para reconhecimento de seus pedigrees, fechando uma porta para novas linhas de sangue do Japão. Conseqüentemente os Akitas nos Estados Unidos tornaram-se muito diferentes daqueles no Japão, seu país de origem. Eles se desenvolveram como um tipo único nos Estados Unidos, cujas características e tipo se mantêm inalteradas desde 1955. Isto se contrasta claramente com o tipo japonês, que foi cruzado com Akitas Matagi com o propósito de se restaurar a raça pura original.

Destes esforços para salvar a raça, praticamente extinta, resultaram praticamente 2 tipos de Akita com diferenças sensíveis, criando assim talvez a maior polêmica da cinofilia nos últimos tempos.

Para preservar o que consideravam como o Akita original, o Japan Kennel Club promoveu mudanças no padrão da raça aceito pela FCI, distanciando-o ainda mais do padrão seguido pelos americanos. Entre as principais mudanças realizadas em 92, estão a inclusão de um maior detalhamento quando ao tipo físico aceitável para o Akita e também diversas restrições, o que atingiu de maneira intensa as criações baseadas nos padrões americanos. Para que estes cães não perdessem seu registro, a FCI criou, então, uma nova ´raça´ que contemplasse as mudanças ocorridas nos Estados Unidos e adotadas em muitos planteis pelo mundo. Esta nova raça foi chamada de Grande Cão Japonês, tendo como país de origem o Japão e país de desenvolvimento os Estados Unidos.

Assim, a raça está dividida: AKITA INU (tipo japonês) e GRANDE CÃO JAPONÊS (tipo americano), ambos com padrões separados. O AKITA INU continua a ser julgado no GRUPO 5 (cães primitivos e spitz) e o AKITA AMERICANO passa a ser julgado no GRUPO 2 (schnauzers, mollossos, boiadeiros suícos, trabalho, pinchers, e raças similares), mas com um detalhe: não precisam passar por prova de trabalho.

Tanto os americanos quanto os britânicos e países afiliados à eles, não dividiram a raça e portando continuam sendo os dois tipos chamados de AKITAS (EUA, CANADÁ e outros afiliados ao AKC) e JAPANESE AKITAS (GRÃ BRETANHA e países afiliados ao Kennel Club inglês), AKITA INU (países afiliados a FCI, no caso Brasil).

No Brasil, a raça é bastante popular, e, assim como o ´akita original´, possui grandes criadores e um enorme número de fãs e proprietários.


Personalidade


O Akita Americano, que já foi conhecido como Grande Cão Japonês, tem sua história completamente ligada ao ´Akita original´, ou seja, pode-se dizer que se tratavam de cães da mesma ´raça´ e que, a partir de dado momento, se dividiram em duas.

O Akita, em seus primórdios, era usado como cão de briga, esporte muito popular no Japão desde a idade média. No século XIX, as rinhas ainda eram muito freqüentes no país e os cães eram chamados de "Odate", por causa do nome da cidade onde se encontravam. Por volta de 1897, os cães da província de "Tosa", uma das áreas mais famosas pela briga de cães, foram levados à província de Akita. Inicialmente, os Akitas Inu eram mais fortes do que os Tosas mas, gradualmente, foram sendo superando devido ao cruzamento dos Tosas com cães europeu. Em 1908, as rinhas foram proibidas e preocupados em manter a pureza da raça, os japoneses elevaram a raça akita a Monumento Nacional em 1931.

O primeiro Akita a ir para os Estados Unidos foi levado em 1937, por uma senhora chamada Helen Keller que conheceu o cão em visita à província de Akita. No entanto, a conquista da América pelos Akitas começou mesmo após a II Guerra Mundial, quando muitos cães, na sua grande maioria mestiços com Pastor Alemão, foram levados para os Estados Unidos que começou a promover a raça como cão de guarda. Alguns anos depois, foi a vez do Japão iniciar um trabalho para recuperar o aspecto oriental (e original) da raça que havia sido perdido.

O Akita Club of America foi fundado em 1956 e o AKC reconheceu oficialmente a raça em 1972, quando não mantinha com o Japan Kennel Club acordos para reconhecimento de seus pedigrees, fechando uma porta para novas linhas de sangue do Japão. Conseqüentemente os Akitas nos Estados Unidos tornaram-se muito diferentes daqueles no Japão, seu país de origem. Eles se desenvolveram como um tipo único nos Estados Unidos, cujas características e tipo se mantêm inalteradas desde 1955. Isto se contrasta claramente com o tipo japonês, que foi cruzado com Akitas Matagi com o propósito de se restaurar a raça pura original.

Destes esforços para salvar a raça, praticamente extinta, resultaram praticamente 2 tipos de Akita com diferenças sensíveis, criando assim talvez a maior polêmica da cinofilia nos últimos tempos.

Para preservar o que consideravam como o Akita original, o Japan Kennel Club promoveu mudanças no padrão da raça aceito pela FCI, distanciando-o ainda mais do padrão seguido pelos americanos. Entre as principais mudanças realizadas em 92, estão a inclusão de um maior detalhamento quando ao tipo físico aceitável para o Akita e também diversas restrições, o que atingiu de maneira intensa as criações baseadas nos padrões americanos. Para que estes cães não perdessem seu registro, a FCI criou, então, uma nova ´raça´ que contemplasse as mudanças ocorridas nos Estados Unidos e adotadas em muitos planteis pelo mundo. Esta nova raça foi chamada de Grande Cão Japonês, tendo como país de origem o Japão e país de desenvolvimento os Estados Unidos.

Assim, a raça está dividida: AKITA INU (tipo japonês) e GRANDE CÃO JAPONÊS (tipo americano), ambos com padrões separados. O AKITA INU continua a ser julgado no GRUPO 5 (cães primitivos e spitz) e o AKITA AMERICANO passa a ser julgado no GRUPO 2 (schnauzers, mollossos, boiadeiros suícos, trabalho, pinchers, e raças similares), mas com um detalhe: não precisam passar por prova de trabalho.

Tanto os americanos quanto os britânicos e países afiliados à eles, não dividiram a raça e portando continuam sendo os dois tipos chamados de AKITAS (EUA, CANADÁ e outros afiliados ao AKC) e JAPANESE AKITAS (GRÃ BRETANHA e países afiliados ao Kennel Club inglês), AKITA INU (países afiliados a FCI, no caso Brasil).

No Brasil, a raça é bastante popular, e, assim como o ´akita original´, possui grandes criadores e um enorme número de fãs e proprietários.

Assim como o Akita, o Grande Cão Japonês um cão de guarda por excelência. Mais forte e robusto do que o Akita Japonês, é igualmente silencioso e forte. Não costuma latir desnecessariamente e, quando o faz, é em sinal de clara advertência a um possível invasor. Sua aptidão para a guarda é bastante instintiva e não se deve fazer nenhum treinamento específico, a não ser obediência.

Por seu temperamento dominante e por isso precisa de donos que saibam impor claramente seus limites, sem no entanto usar de apelar para o uso de violência.

Champernoune Akitas É extremamente tranquilo e carinhoso quando em companhia de seus donos. Bastante obediente, possui inteligência suficiente para ser adestrado e utilizado como guia de cegos na América do Norte e Inglaterra.

Possui um temperamento bastante reservado e, de maneira geral, evitam estranhos, especialmente quando não estão acompanhados pelo seu dono. Não é do tipo que faça amizades com qualquer um ou que se deixe acariciar na rua. Mas, após as devidas apresentações, é um cão muito fiel e dedicado.

Assim como o Akita, é um só dono, mas isso se caracteriza mais como uma ´preferência´ do que pelo ´desprezo´ aos demais. Normalmente obedece a todos os membros da família.

Por seu temperamento ‘reservado’, convive bem com crianças desde que estas não sejam muito ‘brutas’ nas brincadeiras e, de preferência, que tenham sido criados juntos. Não se recomenda, de maneira alguma, que crianças pequenas sejam deixadas com qualquer cão sem supervisão. O mesmo vale para o Grande Cão Japonês.

Já o relacionamento do Grande Cão Japonês com outros cães é marcado pela disputa pela posição de superioridade na hierarquia familiar. Assim, desde que o Grande Cão Japonês seja o ‘líder’ pode conviver com outros cães de maneira ‘pacífica’, mas de maneira geral, não convive bem com outras raças e podem surgir brigas e disputas até mesmo com outros exemplares do mesmo sexo.

O padrão do Grande Cão Japonês aceita qualquer cor como vermelho, fulvo, branco, etc, como também malhado ou tigrado. As cores são brilhantes e claras e as manchas são bem balanceadas com ou sem máscara ou faixa branca. Cães brancos (sólido) não têm máscara. Os malhados apresentam sobre o fundo branco grandes manchas igualmente distribuídas que cobrem a Cabeça e mais de 1/3 do corpo. O subpêlo pode ter uma cor diferente do pêlo externo (cobertura).

É rústico e robusto, porte adequado para a execução de suas funções. E pela sua aparência é chamado pelos americanos de “great bear” - grande urso.


O Filhote


Poucos filhotes são tão ´fofos´ quanto um Akita ou um Grande Cão Japonês. Assemelham-se a um bichinho ‘pelúcia’ Mas nada tão enganador quanto sua aparência ´meiga´... Já o filhote apresenta um temperamento dominante e independente, é justamente por isso, é conveniente iniciar desde cedo o treinamento de obediência e deixar claros os seus limites dentro da ‘matilha’ e para garantir seu equilíbrio, devem ser socializados desde cedo.

São cães limpos e não tem dificuldade em aprender as regras básicas de higiene. Apesar de ser uma raça bastante independente, preferem estar perto dos donos do que sozinhos no fundo do quintal. Exercícios regulares são altamente recomendados para evitar que se transformem em cães entediados e destruidores.


Problemas comuns a raça


-Displasia de Cotovelo
- Entrópio – quando as bordas das pálpebras são viradas para dentro
- Epilepsia
- Atrofia Progressiva da Retina - uma degeneração das células da retina que pode levar à cegueira.
- Problemas de pele


Fotos

 

American Akita - Foto 1
American Akita - Foto 2
American Akita - Foto 3
American Akita - Foto 4
American Akita - Foto 5
American Akita - Foto 6



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